Eu nunca vou ser artista. Além da falta óbvia - talento -, tenho uma sobra larga: auto-crítica. Nunca entendi o desprendimento dos artistas. Como eles têm coragem de lançar suas obras sem preocupar-se com o que deles pensam os demais? Principalmente os amigos, aqueles que os conhecem de perto. Como suportam ser julgados ingênuos, simplórios, pretensiosos, ou simplesmente ruins?
Nunca seria artista porque tenho medo da opinião da plateia. E frustração por não ter ouvido...
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Verde que te quero
Na minha casa tenho plantas. Dessas de supermercado. Mas elas vivem, verdes. Com ocasionais florzinhas, vermelhas, tímidas. E alegram a janela do apartamento novo.
Nunca me dei com plantas. De um namorado ganhei um bonsai e um cartão que dizia: "Cuide dele como se estivesse cuidando do nosso amor." Não é preciso dizer que morreu o bonsai. Alguns anos depois morreu também o amor.
Começo com as plantinhas de supermercado nas janelas do apartamento novo. Um dia, quem sabe?, arrumo outro bonsai.
Nunca me dei com plantas. De um namorado ganhei um bonsai e um cartão que dizia: "Cuide dele como se estivesse cuidando do nosso amor." Não é preciso dizer que morreu o bonsai. Alguns anos depois morreu também o amor.
Começo com as plantinhas de supermercado nas janelas do apartamento novo. Um dia, quem sabe?, arrumo outro bonsai.
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